que tipo de óleo usar na minha preparação?

Aposto que você já ficou com aquela dúvida na hora de comprar óleo no supermercado. Também com tantas opções hoje em dia, não tem como isso não acontecer.

Para acabar com a sua dúvida na hora da compra, conheça as características de cada variedade e aprenda a escolher o mais adequado para cada receita.

óleo de canola

Com alto teor (58%) de gordura monoinsaturada, a mesma do azeite de oliva, e concentração baixa de gordura saturada, é tido com uma opção saudável – se não usado em frituras.

óleo de soja

Não é o melhor para frituras, como se pensa. Acima de 180°C, se degrada e causa dor de estômago e azia. Prefira usá-lo em refogados. É rico em vitamina E.

óleo de milho

Bom para frituras, pois é o que mais resiste a temperaturas elevadas, sem deixar gosto residual. Rico em gordura poli-insaturada, atua na redução do colesterol.

óleo de gergelim

O escuro, feito de sementes torradas, tem sabor forte e é apreciado pelos asiáticos. O claro, de gergelim cru, é suave e ótimo em molhos. Ambos são tidos como saudáveis.

óleo de abacate

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Do rol dos óleos funcionais, contém vitamina E e ácidos graxos e ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares e diabetes. Ideal para pratos e molhos frios.

óleo de castanha do pará

Extraído a frio, mantém todos os nutrientes da castanha: ômega 6 e 9, proteínas, cálcio, magnésio, fósforo, fibras.... Marcante, vai bem na finalização de pratos frios.

óleo de linhaça

Com ômega 3, ácido graxo que protege o coração e também está presente nos peixes de água fria, tem sabor neutro e casa bem com saladas e molhos frios.

óleo (azeite) de dendê

O óleo de comida baiana contem quase 50% de gordura saturada, o que acende o sinal amarelo. Mas apresenta bom desempenho em frituras, já que não se degrada.

óleo de amendoim

A resistência a temperaturas elevadas e o sabor neutro o tornam ideal para frituras e fondues. Mas sem abusos, pois a concentração de gordura saturada é relativamente alta (18%)

​óleo de cártamo

A planta dá origem a um óleo com altíssimos teores de ômegas 6 e 9, que reduzem o apetite e ajudam a combater a gordura localizada no abdome. Use para finalizar saladas.

​óleo de coco

Não comprovação científica de seu poder emagrecedor e por ter gorduras saturadas exige moderação. Com gosto forte, vale como toque final em certos pratos.

​óleo de nóz macadâmia

Além de ter gorduras monoinsaturadas, apresenta alto teor de ômega 7, que ajuda a nutrir a pele e combater o envelhecimento. Por ser extraído a frio, precisa entrar cru nos preparos.

​óleo de girassol

Por ter gordura poli-insaturada em abundância, é uma opção saudável. Prefira usar em refogados, saladas e pratos frios.

atenção ao descarte

A forma correta de descartar o óleo é armazenar e levar a um posto de coleta. Lembre-se que água e óleo não se misturam e segundo as estatísticas a cada 1 litro de óleo jogado no ralo, mais de 1000 litros de água são contaminados.

A dica é: Coloque a sobra da fritura em uma garrafa PET limpa e entregue em um posto de coleta para que seja reciclado corretamente. Pesquise e conheça os locais próximos da sua casa.

Aproveite e incentive o descarte correto. Conscientize seus vizinhos e colegas de trabalho sobre o descarte correto do óleo de cozinha. A arrecadação feita em escolas e empresas é muito importante, pois dá um fim adequado a um grande número de sobras.

o que achou dessa dica?